Que face da vida tenho me perdido, me submergido?
O que falar das mascaras da vida,
De seus conflitos, de sentimentos aflitos,
Das saudades vastas, de dores imersas...
Quais os seus limites?

E o tempo existe?

Que falar das mascaras do tempo?
De seus dias fugazes,
Horas de tédio, horas de solidão,
Horas de loucura, de amores e desamores.
Será mesmo que o tempo cura?

Tempo de viver, tempo de amar, de esquecer e de caminhar.
Há tempo pra tudo e tempo pra nada,
O que esperar do tempo e das mascaras da vida?

Tudo ou nada?

Nenhum comentário:

Postar um comentário